BLOG DO INSTITUTO

Conteúdo para escrever e se comunicar melhor

Artigos, dicas e novidades sobre português, redação, comunicação e concursos — direto da metodologia do Instituto Carlos André.

Presente de Natal embrulhado
Língua Portuguesa·24 de dezembro de 2015

No Natal, livrai-nos do mas!

De Renato Russo ao Pai-Nosso: por que a conjunção “mas” marca quebra de expectativa — e por que, na oração, o ideal seria um “e”.

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Plenário do Congresso Nacional
Língua Portuguesa·17 de dezembro de 2015

Falta de decoro nunca pôde! Agora pode?

De “O bicho”, de Manuel Bandeira, ao acento diferencial: por que “pôde” tem acento e “pode” não — o único par que sobreviveu a 1971.

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Pessoa usando rede social no celular
Língua Portuguesa·12 de dezembro de 2015

Eu? Eu não!!

Uma notificação do Facebook, uma esposa desconfiada e o pronome possessivo “seu”: a ambiguidade que só existe no português do Brasil.

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Livro aberto sobre uma mesa
Língua Portuguesa·10 de dezembro de 2015

Que se emudeçam as pessoas, não as palavras!

Drummond, uma apresentação de balé e o Acordo Ortográfico: o que muda (e o que não muda) para o brasileiro com as consoantes mudas.

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Dicionário aberto
Língua Portuguesa·26 de novembro de 2015

A má-formação da malformação

Entre o autoengano de Giannetti e as manchetes sobre microcefalia: por que “má-formação” e “malformação” convivem nos dicionários.

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Vista da janela de um avião
Língua Portuguesa·19 de novembro de 2015

Em terra de mais pequeno quem tem menor é rei

Escrito a 10 mil metros de altitude: por que o “mais pequeno” dos portugueses é, do ponto de vista lógico, tão defensável quanto o nosso “menor”.

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Ponto de interrogação em um quadro
Língua Portuguesa·12 de novembro de 2015

O porquê dos porquês!

De Freud a Pondé: a lógica por trás dos quatro porquês, sem as tabelinhas mágicas que desrespeitam a inteligência do leitor.

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Duas pessoas conversando
Língua Portuguesa·5 de novembro de 2015

De rien, nada! Por nada mesmo!

Por que responder “de nada” a um obrigado é um francesismo — e por que, em português, a resposta lógica é “por nada”.

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Estudante fazendo anotações
Língua Portuguesa·22 de outubro de 2015

Quem estuda, não passa!

Uma frase motivacional mal pontuada rende a aula: vírgula não tem relação com pausa para respirar — tem com análise sintática.

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Manifestação de trabalhadores
Língua Portuguesa·15 de outubro de 2015

Direito é direito, mas é bom que seja à greve

Direito DE greve ou direito À greve? A preposição muda quem age e quem sofre a ação — e só uma das duas formas é recomendada.

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