Conteúdo para escrever e se comunicar melhor
Artigos, dicas e novidades sobre português, redação, comunicação e concursos — direto da metodologia do Instituto Carlos André.

No Natal, livrai-nos do mas!
De Renato Russo ao Pai-Nosso: por que a conjunção “mas” marca quebra de expectativa — e por que, na oração, o ideal seria um “e”.
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Falta de decoro nunca pôde! Agora pode?
De “O bicho”, de Manuel Bandeira, ao acento diferencial: por que “pôde” tem acento e “pode” não — o único par que sobreviveu a 1971.
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Eu? Eu não!!
Uma notificação do Facebook, uma esposa desconfiada e o pronome possessivo “seu”: a ambiguidade que só existe no português do Brasil.
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Que se emudeçam as pessoas, não as palavras!
Drummond, uma apresentação de balé e o Acordo Ortográfico: o que muda (e o que não muda) para o brasileiro com as consoantes mudas.
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A má-formação da malformação
Entre o autoengano de Giannetti e as manchetes sobre microcefalia: por que “má-formação” e “malformação” convivem nos dicionários.
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Em terra de mais pequeno quem tem menor é rei
Escrito a 10 mil metros de altitude: por que o “mais pequeno” dos portugueses é, do ponto de vista lógico, tão defensável quanto o nosso “menor”.
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O porquê dos porquês!
De Freud a Pondé: a lógica por trás dos quatro porquês, sem as tabelinhas mágicas que desrespeitam a inteligência do leitor.
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De rien, nada! Por nada mesmo!
Por que responder “de nada” a um obrigado é um francesismo — e por que, em português, a resposta lógica é “por nada”.
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Quem estuda, não passa!
Uma frase motivacional mal pontuada rende a aula: vírgula não tem relação com pausa para respirar — tem com análise sintática.
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Direito é direito, mas é bom que seja à greve
Direito DE greve ou direito À greve? A preposição muda quem age e quem sofre a ação — e só uma das duas formas é recomendada.
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